segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Direito Administrativo




Com cargo em comissão trabalhei quatro anos na administração pública. Mesmo sendo na área de comunicação, jornalismo, sempre estive por perto da realidade dos contratos, licitação, regras e demais ordenamentos. Quando você vivencia certas coisas fica mais fácil a compreensão, mas mesmo assim considero as provas de direito administrativo as que mais tem "casca de bananas". O examinador gosta de complicar as coisas, confundir um mais desatento. E de repente o óbvio é tão aparente, que você duvida e foi-se uma questão que você precisava para somar na sua nota final.

Gostei um bocado de uma aula que assisti com a Fernanda Marinela. Voz treinada, bom direcionamento do assunto, mas principalmente clareza e aptidão no assunto. O preparo de fato deve vir de empenho, pesquisa e gosto pela matéria. Por isso indico o site dela: http://marinela.ma/

O principal não dá para estudar direito sem ler lei, tópico por tópico. Mesmo nos concursos que se pedem só noções, é estar atento ao que é pedido no edital, os resumos são válidos, assim como os vídeos, mas são complementares. Tenho esta opinião, porque vejo que o examinador vai direto na lei, pede tópicos que um "iludido" acha que ele não vai pedir, aquele parágrafo, um dos últimos, que ninguém pensa, o examinador não se esquece e depois do gabarito você também jamais se esquecerá também. Não é à toa que o próprio ato de fazer um certame já é um preparo e tanto nesta carreira de concursando.

Leitura de edital é um passo que é impossível não ser dado, se estudar antes da publicação dos editais, as chamadas matérias básicas, é importante, imagina ler o edital. É o documento guia de um concurso, são as normas para se preparar para prova, para todas as etapas do certame. E acredito muitos não fazem isso. Nos últimos concursos realizados pelo Centro de Seleção da UFG o celular, a bolsa, lápis e borracha foram proibidos, em muitos locais candidatas entraram com bolsa, mas muitas tiveram que se virar para achar um local para deixar os pertences, e quem ganhou foram os comerciantes, R$ 5,00 por objeto além de faturar na venda das canetas pretas.

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